segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Cristóvão Borges pede apoio e diz: ‘Jogadores estavam assustados’

Juninho Pernambucano Vasco (Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)

O auxiliar chegou ao hospital acompanhado por Felipe. Pela terceira vez, o apoiador esteve no hospital para confortar a família de Ricardo Gomes e disse que o grupo vai dar a volta por cima.
- Vamos procurar reverter essa situação com motivação e continuar mantendo o trabalho, que está bem entregue nas mãos do Cristóvão. É claro que ficamos chateados com a situação, mas vamos procurar reverter - disse.
Além de Felipe, outros jogadores foram ao hospital. Por volta das 14h, Juninho chegou ao local, mas não concedeu entrevista. Além dele, Fellipe Bastos, Alecsandro, Renato Silva e o auxiliar Jorge Luiz visitaram a família de Ricardo Gomes no início da tarde desta segunda-feira.

Cristóvão Borges pediu o apoio da torcida e revelou que as mensagens de apoio que são mandadas a todo instante pelos vascaínos por meio das redes sociais trazem um conforto especial para os familiares e uma energia a mais para os jogadores. Ele espera ver São Januário lotado na partida contra o Ceará, para que o Vasco consiga um pouco de alegria em momento tão difícil.
- É muito desagradável assumir o comando do time nestas circunstâncias, mas temos de levar o trabalho do Ricardo adiante. Tem sido muito difícil para todos. Queremos que ele se recupere logo e volte ao nosso convívio. Mas nosso grupo é forte e já deu mostras de superação em diversos momentos nesta temporada. Temos de buscar isso novamente, e o apoio da torcida será fundamental. Vemos a campanha que vem sendo feita na internet e ficamos extremamente felizes. Estivemos juntos desde o nosso primeiro jogo e na quarta-feira não pode e não vai ser diferente - afirmou.
Amigo de longa data, Cristóvão não estava trabalhando na comissão de Ricardo Gomes quando ele sofreu o primeiro AVC (acidente vascular cerebral) no São Paulo. No entanto, manteve contato e lembrou que o treinador realizou todos os exames possíveis e necessários que não constataram nenhuma lesão grave.
O auxiliar também acredita que o caso atual não tem qualquer relação com o estresse causado pelo trabalho no comando do Vasco. Cristóvão recordou que, no intervalo da partida, Ricardo Gomes comandou normalmente a palestra para corrigir o posicionamento da equipe.
- Ele levava uma vida normal. Isso foi uma surpresa desagradável para todos. Em São Paulo ele realizou inúmeros exames e aqui também nunca tinha tido qualquer problema. O Ricardo comandou grandes clubes em sua carreira e estava acostumado com a pressão - explicou Cristóvão.

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