quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Lateral do Operário-PR sobre árbitro: 'Para ganhar o Oscar não está difícil'


Expulso contra Mirassol, George diz que nem encostou no árbitro Rodrigo Nunes de Sá, que relatou na súmula ter sido atingido de raspão na testa

Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeiro
aconteceu em campo foi relatado na súmula - limitou-se a dizer.
"Para ganhar o Oscar não está difícil". Essa é opinião do lateral-esquerdo do Operário-PR, George Santos, sobre o polêmico lance em que o árbitro Rodrigo Nunes de Sá aparentou simular uma agressão e cair no chão, na vitória do time paranaense por 3 a 0 sobre o Mirassol, pela Série D do Brasileiro. Após levar um cartão vermelho, o camisa 6 se dirige ao juiz aos berros e, em dado momento, os rostos de um e de outro parecem se encostar levemente. O árbitro então faz um movimento e leva as mãos ao rosto, se atirando no gramado (assista ao vídeo).

Para o lateral-esquerdo, o árbitro errou ao não aplicar o cartão amarelo em um atleta do Mirassol, em um lance que teria parado um contra-ataque do Operário-PR. George se arrepende de ter chegado perto demais do juiz, mas nega ter agredido o árbitro fisicamente.

- O jogador deles matou o contra-ataque com falta. Eu pedi um amarelo e ele disse que eu estava falando demais. Ai eu falei: 'Assim é fácil dar amarelo, né?'. Ele então resolveu me expulsar. Eu cheguei mais perto e disse: 'O senhor está de sacanagem também'. Acho que a única coisa que fiz de errado foi chegar para conversar, já que ele era a autoridade. Em nenhum momento encostei nele. Para ganhar o Oscar não está difícil - relatou George, por telefone.
Na súmula, o juiz relatou que o jogador teria proferido xingamentos com o "dedo em riste", na direção de seu rosto. Mas segundo George, não houve falta de respeito. O atleta contou também que o médico do Operário-PR tentou examinar o árbitro que estava caído no chão, mas ele recusou o atendimento.

- Toda hora eu vejo, revejo o lance. Não houve agressão. Alguns companheiros meus se exaltaram, mas eu não o agredi com palavras. Não me lembro de ter falado nada disso. O médico do clube me falou que foi colocar a mão no nariz, na testa dele, e ele nem deixou tocar. Falou que já estava bem, que queria continuar.

George contou também que nunca participou de jogos apitados por Rodrigo Nunes de Sá e disse não ter nenhum problema pessoal com o juiz.

- No jogo da rodada passada, um juiz prejudicou a gente e nada aconteceu. Você imagina trabalhar a semana toda, jogar em casa, e ser prejudicado? A gente não consegue entender o que houve (contra o Mirassol). Que eu me lembre, ele nunca apitou jogo meu.
Receoso de levar algum tipo de punição, em um julgamento que ainda será marcado, o atleta lamentou o fato. Ele afirmou também que o clube vai ajudá-lo juridicamente no caso.

- O pessoal do clube me falou que vai acompanhar o caso de perto. Isso tudo me desagrada muito. Imagina se um pai está la com o filho no estádio, vendo o jogo, e ele vê isso. Vou ver o que acontece, mas já tenho as imagens. Quero ver o que ele vai falar diante das imagens - concluiu o atleta de 25 anos.

Procurado pelo GLOBOESPORTE.COM, o árbitro Rodrigo Nunes de Sá negou-se a dar qualquer tipo de esclarecimento a respeito do lance.
- A gente não pode dar nenhuma entrevista de caráter técnico ou disciplinar, isso está no regulamento dos árbitros (insistiu, repetindo a afirmação por duas vezes).  Tudo que


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